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sexta-feira, fevereiro 06, 2009


Então, voltamos para Arrozal para o almoço de uns e a dispersão de outros. O companheirismo estava plenamente satisfeito, faltava o exercício forte que desmancha o estresse que se acumula durante a semana. Convidei o que restava do grupo inicial, mas só dois colegas, Édson e Pedro Eduardo toparam andar na trilha do Carrapato. Nunca pedalei no sentido de Getulândia, sempre vim de lá pra Arrozal. Vindo de lá é só descida, dali pra lá era um subidão, mas o visual lá em cima é muito bonito. Aqui estamos na primeira subida. A gente sabe que com a chuva que tem caído a estrada de chão tem bastante barro, mas o que encontramos foi pior do que esperávamos.

sexta-feira, outubro 10, 2008


Depois de deixá-lo na mata, longe do trânsito humano, seguimos para Arrozal e fizemos outra parada. É de lei alimentar o corpo que se exercita. Entramos na padaria do “seu” Chico, amigo de Dunga que aproveitou para me mostrar os fundos onde viram a massa e assam o pão, tudo na maior limpeza. Tomamos um café quente com um bolo tão macio que desmanchava na boca.

domingo, setembro 07, 2008


Então, entramos em Arrozal, fizemos um lanche e voltamos pela trilha da Melequinha, mas esta é outra história.

sexta-feira, outubro 12, 2007


Descemos a estrada dos Mineiros que Dunga disse se chamar “trilha da meleca”, porque nos tempos em que chovia com mais freqüência o percurso era muito embarrado e com trechos cheios de esterco bovino.

Depois tomamos o caminho de Arrozal onde almoçamos uma comida farta e completamos a volta da região correndo para casa. Aproveitamos para visitar o sítio de Dunga onde alguns jogaram totó, outros tiraram uma soneca e eu fiquei chupando cana. Voltamos pela trilha dos Mineiros fugindo da subida forte da Serrinha da Dutra. As sombras da tarde teciam um tapete escuro no chão onde os pnes deixavam suas marcas: passamos aqui.

terça-feira, abril 17, 2007


Saindo dali decidimos continuar em direção a Getulândia, o que significava pegar a trilha do Carrapato – subida por caminho todo esburacado no meio a um pedaço da mata Atlântica.

O visual é muito bonito entre morros e val. Algumas vezes os cachorros correm atrás da gente, mas desta vez até consegui fazer festa em três deles.

Terminamos tão rápido – nem tínhamos andado 40km – que lanchamos em Getulândia às 10:30. O jeito foi correr para casa pelo caminho mais longo e fomos pelo asfalto até Barra Mansa. Completados 70km nos despedimos na Ponte Alta prometendo uma pedalada com Val até o sertão do Hortelã (ou Guaraná Quente se preferir) no próximo domingo.