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domingo, março 07, 2010


Os protetores dos ciclistas firmaram o tempo e pedalamos até Passa Três sob um céu nublado e com um vento brincalhão que refrescava o corpo suado. O jovem Danilo de Lídice nos acompanhou por um pedaço do caminho. Paramos na padaria e fotografamos a velha farmácia.

Jorge anda num ritmo diferente do meu, muito mais forte. Acostumou-se a pedalar de pé e as subidas para ele parecem descidas. Como podem dois ciclistas com condições físicas tão diferentes fazer o mesmo percurso. Um jeito é chegar lá no alto e ficar na sombra esperando pacientemente o retardatário. Mas impaciente amigo preferiu outra solução. Chegava lá em cima e voltava ao meu encontro. Subia voando novamente e logo estava de volta. Assim conseguimos chegar ao Clube Náutico de Pirai. Duas medidas chegando juntos.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008


Coloquei uns dias antes um firma-pé e estava ansiosos para ver o resultado no meu desempenho. Não é coisa fácil de se constatar. Veja só um exemplo. Os 100 metros rasos começou a ser disputado na Olimpíada de 1896, mas só em 1968 os atletas conseguiram baixar o recorde para menos de 10 segundos. A marca de 9,95 s demorou 15 anos para ser baixada. Cada conquista foi conseguida com treinamento específico para os músculos exigidos neste esporte e pelo uso de equipamentos melhores. Meu equipamento deve ter feito eu andar mais depressa e me cansar menos, mas não dá pra medir isso. Só sei que levei duas horas para fazer o percurso de 30 km e chegar a pequena Passa Três.

Gostei do firma-pé. Enquanto um pé faz força baixando o pedal o outro sobe puxando. A gente fica mais inteiro. ,bem disposto, resolvi ir mais longe. Perguntei ao pessoal do lugar que estrada era aquela que continuava depois da saída da trilha que vai para Mangaratiba. Disseram: "Vai para a Dutra e sai depois de Pirai". Fui. O piso é um asfalto bem remendado que faz a bicicleta quicar um bocado. Subi uma serra e depois desci a mil com os amortecedores dianteiro e o traseiro dando tudo o que tinham.