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sexta-feira, julho 11, 2008


Não há sacrifício que dure sempre e logo chegamos ao lugar onde íamos fazer refeição. Uma bela pousada encravada no lombo da Bocaina. Da janela se via os cavalos meio selvagens pastando ao entardecer. Mas antes do almoço ainda havia mais coisas pra ver.

Corri até a pousada com o pessoal no meu calcanhar. Tirei os tênis e as meias molhadas e pisei no assoalho de tábuas corridas pegando meu prato com feijão, arroz, ensopado de galinha com batata e macarrão bem quente. É lógico que pedi uma dose de pinga! E desceu quente e muito gostosa. Era um verdadeiro licor. Não bebi outra dose porque ia dirigir e a lei está dura.

A sala de jantar da pousada com a lareira e João e Kleber esperando o rango. Eu fui buscar meu.

Aí foi todo mundo para sol descansar. Mas a temperatura caia rapidamente. Já era quase 16 hs. As sombras da tarde já ficavam cumpridas e resolvemos tocar para baixo. Foi muito legal. Depois de subir por mais meia hora começou a descida que durou quase hora e meia. Só descida! Voando onde dava, segurando no freio quando não tinha jeito. Curvas fechadas e pequenas retas, mas só descendo. O céu foi ficando longe.
Na foto, numa nesga de sol, duas gerações, eu dos anos 40 e o jovem Marcelo (organizador competente do evento) dos anos 80, tomando um cafézinho bem quente em canequinhas esmaltadas. Eh, trem bão!