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quarta-feira, março 31, 2010


Canto A Volta do Boêmio há tanto tempo

e só ontem, 28/03/2010, pedalando para 7 Quedas, me dei conta da razão do sucesso desta canção. Foi assim: A serra da Bocaina vigiava nosso avanço lá de longe quando eu e João Henrique alcançamos o barramansense Bruno. Dai fomos conversando.

sexta-feira, julho 11, 2008


Pedalada ao Parque Nacional da Bocaina
Cada pedalada é um exercício com incríveis variáveis. Neste sábado, 05/07/2008, experimentamos uma nova modalidade: ir de carro até São José do Barreiro, 75 km de Volta Redonda e paralela a Itatiaia, e dali subir a serra até o Parque Nacional da Bocaina. Uma aventura sensacional.

E lá fomos nós. Foram 25 km desde uma altitude de 550 m do nível do mar até 1760 m. Ora, quer dizer que a cada quilômetro a gente subia o equivalente de um prédio de 20 andares! Os primeiros 8 km foram moleza. Era um subir médio e um trecho plano para descansar se repetindo o tempo todo. Não havia aquelas descidas falsas que só servem pra se subir mais ainda lá na frente.

Mas depois do quilômetro 9 as coisas federam. Aí era só subida. Sabe a estrada íngreme do Guaraná Quente? Pois é, é aquilo mesmo, só que dá pra subir montado. Os outros eu não sei, mas no meu caso o coração parecia que ia sair pela boca. A pequena cidade foi diminuindo de tamanho até ficar uma mancha no chão lá embaixo.

E toca a subir. O visual, dentro da mata Atlântica ficou lindo. Longe, a represa do funil podia ser vista se espraiando entre os morros. Fora dois colegas que subiram sem parar os oito restantes pedalaram mais ou menos juntos. Mesmo com todos os músculos empenhados em vencer a serra ainda dava pra contar piadas e fazer brincadeiras. O clima era ótimo, o da amizade, porque o do tempo esfriava cada vez mais.

O frio apertava. Lá na praça eu e João resolvemos tirar a camisa do uniforme e subir só com a camisa de meia que estava por baixo. Aí cara, a vontade era descer de novo e pegar o uniforme. Só não dava pra bater queixo porque o corpo era uma máquina de fazer força que estava na temperatura máxima.

segunda-feira, outubro 22, 2007


Seguimos pelo asfalto até a entrada da fazenda 57 onde dobramos à esquerda e nos embarafustamos pelos pés da montanha. Já havia passado por ali quando, certa feita, descemos do sertão do Prata.

sábado, abril 28, 2007


Primeiro passamos pelo sertão do Hortelã – francamente acho que o nome melhor seria sertão das Araucárias. Os pinheiros com suas galhadas abertas davam a impressão que estávamos bem mais ao sul do Brasil. Marcelo catou alguns quilos de pinhão para cozinhar em casa.

Lá em cima, entre os picos da serra, chegamos ao sertão do rio Prata, um córrego de águas cristalinas e fundo de areia dourada. Depois de muito andar encontramos a pousada do Guaraná Quente – alcunha do tempo em que a energia elétrica ainda não chegava lá naqueles altos. Foi um encontro de motoqueiros, cavaleiros e bikers com direito a cantoria acompanhada por uma viola de cordas.

O almoço foi delicioso e o companheirismo lembrava os velhos tempos da Távola Redonda. Logo chegou mais alguns colegas liderados pelo presidente do clube BikeAdventures, Reginaldo. Éramos agora 10 ciclistas de barriga cheia e doidos pra descer a serra.