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terça-feira, maio 04, 2010


O mountain bike, independente do grau de dificuldade ou da distância envolvidos em um projeto, pode ter como objetivo ir a um lugar e voltar ou fazer um circuito. Neste domingo, 02/05/2010, a trilha envolveu ambos propósitos. Saimos para fazer o caminho fazenda Velha (perto de Santa Isabel do Rio Preto)-Ribeirão de São Joaquim, mas logo João Bosco propôs, terminado o circuito, rumarmos para fazenda Santana do Turvo para encontramos um grupo de ciclistas que estava almoçando lá.

terça-feira, janeiro 05, 2010


Mas pulei muita coisa. Pedalar com as primeiras luzes do dia é uma maravilha. Andamos ao lado do rio Paraíba do Sul pela ciclovia de Volta Redonda, continuamos ao lado dele pela Dutra cheia de carros voltando do feriadão e caminhões e não o perdemos de vista nas terras baixas de Quatis. Depois foi subir. Pedalávamos e falávamos de tudo quanto é assunto, até sobre ansiedade em cachorros, matéria de um livro que estou lendo.

Nosso sonho de consumo era tomar uma laranjada gelada na pastelaria em Quatis. Depois de refrescados seguimos de volta para casa que ainda estava longe. João e Edinho foram pela estrada de chão para Amparo e eu escolhi o asfalto da Dutra cheio de carros em altíssima velocidade. Todos chegamos bem e bebemos água bem fria a noite toda.

terça-feira, junho 17, 2008


Cada um de nós tem sua profissão e capacidades especiais, como nosso amigo Dunga que fala com os cachorros. Isto mesmo. Veja esta foto enquanto transcrevo o que ele contou sobre este diálogo: Vinha muito bem pela trilha quando o cachorro saiu correndo da casa e gritou: - Pare aí! Continuei pedalando e ele voou no meu calcanhar: - Moço, já disse para não passar!
Argumentei: - Ora, chega pra lá que a rua é pública!
Ele tentando me morder gritou: - Aqui o senhor não passa, tenho ordens pra vigiar tudo em volta da casa, tenho que apresentar serviço!
Aí, tive de descer da bike e gritar com ele: - Você vai me deixar passar por bem ou vou ter que ser por mal?
Ele retrucou e afastando: - Bem, moço, também não precisa ser assim. Pode passar.

Você pode não acreditar neste diálogo, mas todo mundo sabe que nosso colega Reginaldo tem incompatibilidade com qualquer boi e quando encontra um na trilha mesmo a gente passando numa boa ele tem que se desviar porque senão é ataque na certa. Veja "seu" Zé, diz sempre que anda de cavalo desde garoto e teve de ser puxado igual a criança na fazenda Santana. São coisas do pedal.

(João não devia ter registrado isto!)

Atravessamos a Dutra e almoçamos em Quatis. Depois de um breve descanso fomos pra cachoeira do Cici onde tomamos um banho refrescante. A água estaa bem fria, mas no primeiro mergulho o corpo acostumava. Taí o Edson tremendo que nem vara verde.

É um belo lugar (imagem cedida pelo jovem Michel "Jorge")que nos revigorou para a volta. Subimos morros no caminho para Barra Mansa com a maior tranqüilidade. Andamos 100 km. Se uma pessoa que vive sedentária não acredita nisso, como é que vai crer que cachorro conversa com Dunga e nenhum boi gosta de Reginaldo?
(Então, João Bosco, amarrei bem a história?)

segunda-feira, maio 26, 2008


De volta a estrada para Quatis aguardei os colegas e descemos juntos acompanhando as sombras do entardecer se esticando pelas encostas dos morros e replicando o viaduto da ferrovia do Aço com um trem passando lá em cima.

terça-feira, novembro 13, 2007


Aqui jaz o Barão de Cajurú morto em 1869. Não me pergunte como um barão foi enterrado neste lugar em que "o vento faz a curva". O quilombo está recebendo atenção do governo e será um centro de cultura afro com bonitas festas.

terça-feira, setembro 18, 2007


Mas, bem perto da fonte, sob uma ponte pênsil, vimos um espetáculo que desmerece o trabalho bonito da administração do prefeito Alfredo em Quatis: um córrego que é um esgoto pútrido e sem vida. Uma água morta que enfeie um lugar bonito. Bem cuidada a ponte balançante pode ser outra atração da cidade.

Na estrada Quatis-Barra Mansa passamos por muitas outras queimadas até chegarmos à linda cachoeira do rio Turvo e nos refrescamos com a torrente limpa e fria.

Cansados e desidratados da pedalada é que damos valor a água, um bem maravilhso de nosso planeta que precisa ser protegido com reflorestamento das margens dos rios e dos grotões onde ficam as nascentes.

segunda-feira, abril 30, 2007


De repente já estava adentrando Quatis. Foi muito rápida a corrida e olha que levei quase 3h enquanto o vencedor, um rapaz da elite, completou o percurso em 1h41m. Então foi encontrar os amigos e assistir a premiação. Um colega da mesma categoria, máster, dono de padaria em Resende, se queixava: “Não dá! Colocar na nossa categoria ciclistas de 40 anos tira toda a chance da gente”.